Melanie Hempe se autodenomina traficante.
Não pelas substâncias que queimam ou destroem os pulmões, mas pelo gotejamento de dopamina que ela administrou na sala de estar. Seu filho, Adam, tirou nota máxima na escola primária. O garoto perfeito, praticando esportes, tirando notas.
Então o ensino médio chegou.
Os videogames ganharam força. Ele não abandonou apenas os clubes esportivos ou sociais, ele abandonou totalmente a família. Melanie pensou que estava entregando algo seguro porque vinha embrulhado em uma caixa colorida voltada para crianças. Ela estava errada.
O Natal chegou e Adam nem abriu seus presentes. As funções familiares tornaram-se insuportáveis. A faculdade não curou isso. Foi seu primeiro ano fora, provavelmente uma chance de crescer. Em vez disso, ele jogou até que a mensalidade acabou e ele desistiu.
Dói admitir isso mais tarde.
Melanie fala sem rodeios. Olhando para trás, ela vê suas próprias mãos no sofrimento de seu filho.
A maioria de nós está entrando cegamente neste campo minado. Dizemos a nós mesmos que as telas são apenas mais uma ferramenta, talvez um grande bem cultural, mas os dados sugerem uma realidade mais sombria. Especialmente para o cérebro em desenvolvimento. A janela é estreita e estamos fechando-a.
O que você realmente faz sobre isso?
Melanie passou anos como enfermeira investigando o desenvolvimento do cérebro, especificamente como a dopamina sequestra o sistema através das telas. Agora ela está conversando sobre * Focus on the Family * com Jim Daly. O objetivo não é demonizar o dispositivo, mas quebrar o hábito para que as crianças possam realmente viver.
Aqui está o que eles estão defendendo:
- Você define os limites. Nem as crianças, nem o seu grupo de pares, certamente não o Vale do Silício. Você decide o que acontece em sua casa.
- Dizer não é difícil. Você tem que dizer não quando outros pais dizem sim. Esse atrito é real e desconfortável, mas é necessário.
- Redefinir o ambiente. Se o dispositivo estiver sempre presente, sempre carregado, sempre disponível, você estará travando uma guerra perdida contra a conveniência. Mude o layout.
- Incentivo para a batalha. As lutas no screentime são feias. Você precisa saber que ficará melhor se você seguir o curso.
- Novas estratégias para crianças mais novas. Melanie encontrou maneiras de ajudar seus outros filhos a navegar pela vida sem depender do brilho.
Você pode acompanhar a conversa completa online, via rádio ou pelo aplicativo. Ouça se você está cansado de perder.
Se já foi longe demais, se o vício está causando sérios problemas à sua mesa de jantar, há ajuda disponível. Existem conselheiros cristãos que podem orientá-lo durante a reinicialização. Eles também indicarão recursos locais, se for disso que você precisa.
Ligue para eles. Deixe um recado.
O número é 1-800-232-6453 durante o horário comercial. Eles ligarão de volta para você.
A questão é: você atende o telefone ou continua rolando a tela?
